Nossa história

   A APEV, fundada em 15 de maio de 2003 tem como finalidade o levantamento e estudo das causas que geram violência e a proposição e desenvolvimento de métodos preventivos bem como as respectivas aplicações cabíveis. Para o desempenho de sua finalidade, a APEV é estruturada em Grupos de Trabalho, Departamentos e Assessorias. Os Grupos de Trabalho promovem atividades de levantamento de dados e intercâmbio com instituições afins. Os Departamentos se organizam para o estudo da violência, bem como para o desenvolvimento e proposição de medidas preventivas e suas aplicações práticas. São eles: Psicologia, Psiquiatria, Sociologia, Pedagogia, Assistência Social e Divulgação. As Assessorias funcionam como suporte para os Grupos de Estudo e Departamentos. São elas: Jurídica, Genética, Farmacológica, Antropológica e Urbanística. São associados da "APEV" todos aqueles que assinaram a Ata de Fundação ou integrarem seu quadro, segundo o regime estatutário e divide-se nas seguintes categorias:

I. FUNDADORES: os inscritos até a data da aprovação do presente estatuto, sendo facultativas suas contribuições financeiras;

II. CONTRIBUINTES: aqueles admitidos após a aprovação do estatuto e que contribuem financeira e regularmente para a manutenção das atividades e programas permanentes da "APEV", com mensalidades ou anuidades estabelecidas pela Diretoria Executiva;

III. HONORÁRIOS: aqueles que prestem contribuição relevante de ordem material ou representada por serviços à consecução dos objetivos da "APEV", a critério da Assembléia Geral;

IV. BENEMÉRITOS: os dignos de honras e louvores pelo trabalho com finalidade semelhante desta entidade, propostos pela Diretoria e aprovados pela Assembléia Geral;

V. MIRINS: os menores de 18 (dezoito) anos, não emancipados, sendo por eles responsáveis para todos os efeitos seus representantes legais.

São órgãos da administração: Assembléia Geral, Diretoria Executiva, Comissão de Ética e Diretorias Ordinárias.

Programa inicial de ação

O objetivo da APEV é atuar na prevenção primária da violência. Na primeira etapa estão sendo desenvolvidos estudos das causas que geram a violência. Para tanto, conta com uma equipe multidisciplinar de profissionais.

Pressupõem-se que, assim como há uma variação quantitativa da capacidade intelectual, haveria uma variação quantitativa de afeto, bem como da agressividade.

Durante o desenvolvimento, essas variações se apresentariam com características específicas em cada fase. O questionamento que se impõe é o quanto poderia ser a violência - expressão destrutiva da agressividade - conseqüência destas variações (por exemplo: uma agressividade muito intensa e uma quantidade de afeto muito pequena), não por elas em si, mas em função de circunstâncias ambientais, multifatoriais, ligadas à história de vida das pessoas. Numa segunda etapa, nosso enfoque estará voltado para a interação relacional entre pais, professores ou quem delas cuidam e crianças de até o sexto ano de vida, para avaliação do quanto que dessa interação, se adequada ou não, resultará o destino, presente e/ou futuro, da expressão construtiva ou destrutiva da agressividade (violência), e quanto que esse destino estaria relacionado com as variações quantitativas de afeto e agressividade envolvidos nas referidas interações relacionais. É sabido que o ser humano durante seu desenvolvimento, passa por sucessivas fases, pré determinadas geneticamente. Em cada fase, os processos intelectuais e afetivos são típicos, bem como há a predominância de necessidades e formas particulares de gratificação das mesmas.

A referida interação relacional, implica numa relação adequada a cada fase por que passa a criança em seu desenvolvimento, já que a mesma não é um adulto em miniatura, como foi tida por muito tempo.

Com essas ações a APEV espera atender o seu objetivo, ou seja, contribuir para a prevenção da violência.

José Carlos Zeppellini Presidente


APEV - Associação pela Paz e Estudos da Violência
Endereço: Rua Itacolomi, 333
Conj. 61/64 - São Paulo/SP